Sunday, August 02, 2009

blog largado...

ultimamente, a rapidez do twitter tem me dominado...

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Thursday, October 30, 2008

a (in)eficiência no setor privado

Falar da eficiência do setor público é totalmente clichê... Mas, algumas organizações privadas ainda me impressionam... Com seus processos totalmente sem sentido, informações idiotas fornecidas, desconhecimento total dos funcionários, etc.
Alguns dos melhores exemplos desses fatos (e que motivaram esse post) são nossos queridos bancos. Hoje, tive que comparecer a minha agência para realizar uma operação. Chegando na agência, a única possibilidade era fazer uma solicitação que chegará (espero) na minha em sete dias úteis. Isso mesmo, sete dias úteis.
Tentei argumentar, "Pô, estou na minha agência... blá-blá-blá... em plena era da internet", mas obviamente não adiantou.
O pior é que essa não é a primeira "ocorrência", qualquer coisa é muito difícil ou demora muito ou não funciona ou...
Já tive contas em alguns bancos, mas esse é particularmente uma vergonha...
Que raiva!

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Tuesday, September 16, 2008

Tirada de Jerry Seinfeld

Além de ser o pai de um seriado fantástico, incluindo linhas de baixo para marcar piadas ;) Jerry Seinfeld também tem umas tiradas muito boas [1]...
Então, aí vai uma questão filosófica evolucionista fundamental:

"Make no mistake about why these babies are here - they are here to replace us."
Jerry Seinfeld

:)

1 - Jerry Seinfeld Quotes

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Monday, August 25, 2008

Evidências enquanto não venço a preguiça

"O maior pecado contra a mente humana é acreditar em coisas sem evidências. A ciência é somente o supra-sumo do bom-senso, isto é, rigidamente precisa em sua observação e inimiga da lógica falaciosa."
Thomas H. Huxley

Estou acabando um post mais verdadeiro e autoral, mas a preguiça está forte... E esse "venço", hein? Transitivo direto? Mistério...

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Friday, March 21, 2008

Momento Keane

Gustavo - "Deuses são como sonhos - eles deixam de existir quando deixamos de acreditar neles" says: Who is changing?
jeffbass - "Everybody's changing" says: Everybody :)

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Sunday, July 15, 2007

momento poesia... Poema em Linha Reta - Álvaro de Campos

decididamente não sou um cara de poesia...
mas as boas, funcionam como um conceito prático (Piaget, bjs!) e isso eu admiro...
Detalhe da palavra "funcionam" :)
mas vamos lá...

Álvaro de Campos


Poema em Linha Reta

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

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